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Convidada para ser uma das madrinhas da 17ª edição do Bazar do Bem Possível, Ticiane Pinheiro fala, à Revista, sobre carreira, vida pessoal e como se sente praticando o Bem.

Para você, qual a importância de eventos como o Bazar do Bem Possível?
Acho que tudo o que a gente puder fazer para ajudar, até para amenizar essa diferença social que o nosso País tem, tem de fazer. E fazer o bem é algo bom para a alma, não é? Quando fazemos o bem, ficamos mais felizes, as coisas na nossa vida dão certo e as outras pessoas também ganham com isso.

Como você recebeu o convite para ser uma das madrinhas dessa edição?
Quando me convidaram para apoiar uma causa tão nobre eu aceitei na hora. Primeiro, porque amo o Clube e frequento, desde antes de ser associada. Minhas amigas eram pinheirenses e eu sempre ia às festas juninas, ao Boliche. Sempre me identifiquei muito com o Clube e tenho também amigos de infância aqui. Depois, pela causa de ajudar o próximo. Reunir essas duas coisas, acho importante e foi sensacional.

Você também tem um trabalho de apoio à ONG Florescer. Como começou essa história?
Começou com a Karina Bacchi. A gente sempre trabalhou como modelo, desde os 14 anos, e eu ia sempre com ela a essa ONG. Sempre que precisam de uma Mamãe Noel, eles me chamam e eu vou. Uma vez, eu e ela, nos vestimos de coelhinhas da Páscoa, para distribuir os ovos de chocolate. Sempre acreditei na causa e a Florescer é muito séria, por isso a escolhi para ajudar. As crianças ali são muito carentes e sempre ficam
felizes quando participamos dos eventos.

A sua carreira começou cedo e, desde então, não parou mais. Como foi lidar com o sucesso desde pequena?
Sempre tive como exemplo a minha mãe (Heloísa Pinheiro). Então, isso era muito normal na minha vida. Eu a acompanhava nas gravações do programa dela, na Band, e de tanto eu estar junto dela, me chamaram para fazer um teste, para um programa infantil. Fiz o teste com outras crianças e passei. Para mim, esse trabalho, desde cedo, foi a realização de um sonho.

E como é lidar com esse sucesso hoje em dia?
Fico muito feliz, porque é uma coisa de que sempre gostei, sempre vivi no meio artístico. Meus amigos de infância, a maioria é do meio artístico. Então, eu adoro, me dá muita satisfação quando vou a lugares e as pessoas querem tirar foto comigo ou comentam uma participação minha, em algum trabalho. Esse assédio me deixa muito feliz, parece que me preenche, que preenche a alma. Acho que se eu for a algum lugar e ninguém
me reconhecer, hoje, eu ficaria frustrada.

Vocês costumam vir bastante ao Clube, você e a sua filha Rafaella?
Sim, nos finais de semana. Um fim de semana ela fica comigo e outro ela fica com o pai (Roberto Justus). Quando ela está comigo, eu dispenso a babá e fico curtindo a companhia dela. A gente vai muito ao Clube, porque ela ama o Parquinho. Costumamos almoçar no Pinheiros, depois vamos a algum teatrinho, ao cinema. A gente sempre inventa o que fazer. A Rafa frequenta o Parquinho do Clube desde bebê, desde bem pequena. Ela adora a Brinquedoteca também.

Você destacaria algum momento significativo que tenha passado com a Rafaella aqui no Clube?
A chegada do Papai Noel é sempre supercomovente. As festas juninas do Clube também são incríveis, a gente sempre vai. A primeira festa junina da Rafa foi no Clube. Essas datas comemorativas são inesquecíveis.