Rei das enterradas

Corderro Bennet, de 31 anos, nasceu em Gary, Indiana (EUA), o norte-americano começou a jogar basquete com 7 anos. Mas só quando tinha 21 anos, no mesmo ano em que se tornou pai, começou a jogar profissionalmente. Aos 24, foi convidado para integrar uma equipe na Alemanha e depois na Estônia.

Após as experiências europeias, ficou afastado do basquete por três anos, quando veio a oportunidade de vir ao Brasil, onde jogou pelo América, de São José do Rio Preto, e, no fim de 2015, aceitou o convite do Pinheiros.

O atleta lembra que, nessa época, o plano era jogar na equipe do Vitória, mas não deu certo. Foi quando surgiu o convite do Pinheiros. “Foi a melhor situação para a minha carreira naquele momento, principalmente pela estrutura do Clube.”

E foi na equipe azul e preta que ele teve o momento mais inesquecível da carreira. “No meu segundo ano no Clube, quando chegamos na semifinal do NBB. Foi minha melhor temporada individual e também com o time. Mas esse ano vai ser ainda melhor!”, garante o atleta.

Contato com a família – Apesar da distância da família, Bennet conta que mantém contato diário com os Estados Unidos. “Falo todos os dias com a minha mãe, meu filho, minhas sobrinhas, minha avó”, conta o atleta, que espera receber a visita do filho em breve. “Minha mãe não virá porque o voo é muito longo para ela, mas se eu continuar no Pinheiros, meu filho virá ao Brasil no ano que vem.”

Quando não está jogando basquete, Bennet curte uma vida simples. “Comer, dormir, assistir jogos. Também gosto de passar o tempo com meus amigos do time: Dawkins, Gabriel, Ware.”

 

Jogo rápido 

Descreva o Bennet em uma palavra: Divertido.

O que você odeia: Perder.

Família é:  tudo.

Uma música brasileira: Quero te encontrar – Claudinho e Buchecha.

Comida preferida: o espaguete da minha mãe.

Time do coração (qualquer esporte): Pinheiros.

Um sonho: vencer um campeonato.

O que te inspira: meu filho e minha família.

 

 

Playoffs vem aí!

Quando o assunto é NBB, Bennet é direto. “O objetivo é chegar na final e vencer o campeonato”, diz o pinheirense, que acredita na força da equipe. “Nossa relação é mais do que apenas trabalho. A gente conversa mais, convive como uma família. Isso faz muita diferença.”