15.9.08

André Brasil sobra e fecha participação individual com novo ouro



André Brasil deu novo show em sua última participação individual na natação nestes Jogos Paraolímpicos de Pequim e faturou o ouro na prova dos 400 m livre da S10, com a quebra do recorde da competição, após marcar 4min05s84.

Com esta, a natação brasileira chegou a um total de 16 medalhas nos jogos Paraolímpicos de Pequim, superando as 11 conquistas em Atenas-2004. Além disso, o país competiu em mais decisões do que na Grécia. "Chegamos a mais finais do que em Atenas, então parabéns a Confederação Paraolímpica", felicitou André em entrevista ao canal Sportv.

Logo no principio da prova decisiva no Cubo D'Água, Brasil disparou na liderança, e seguia tranqüilo, apenas brigando para bater o recorde mundial, que permanece com o canadense Gagnon, com 4min04s20. Apenas nos últimos 100 metros o britânico Robert Welbourn, que havia feito o melhor tempo na etapa classificatória, tentou encostar em André, mas ficou mesmo com a medalha de prata.

"Estou satisfeito, foi uma semana surpreendente, mas não satisfeito com o tempo que fiz. Talvez se esta prova fosse no começo dos Jogos, eu bateria o recorde mundial. Eu sempre entro pensando que é a primeira prova, para minimizar o cansaço e tentar bater os recordes. Não saiu agora, mas da próxima vez tenho certeza de que vai sair", disse o sempre exigente brasileiro após receber o ouro.

A terceira colocação da prova dos 400 m ficou com o canadense Benoit Huot, que levou seu quarto bronze na competição paraolímpica. Em compensação, André Brasil faturou sua quinta medalha nos Jogos, sendo esta a quarta de ouro para o nadador. "Obrigado a todo mundo que acreditou que o esporte paraolímpico poderia dar medalhas ao Brasil", agradeceu ele. Outro brasileiro nesta final, Marcelo Collet foi o sexto colocado na classificação geral.

Neste que é o último dia da natação nos Jogos Paraolímpicos de Pequim, André Brasil ainda retorna à piscina do Cubo D'Água para tentar sua última medalha na China, com a equipe brasileira do revezamento 4 x 100 medley 34 pontos. O time nacional classificou-se à decisão apenas com o oitavo tempo, e terá que brigar muito para ganhar no máximo um bronze, já que não é favorito na prova.

Fonte:CPB

 

ECP Olimpíadas | Natação :: 10:33 AM

 

12.9.08

André Brasil conquista a prata nos 200m medley S10

André Brasil se superou, nesta quinta, em Pequim e faturou a medalha de prata na prova dos 200m medley da classe S10. O nadador fez o tempo de 2min14s20. Com o resultado, o brasileiro baixou o seu melhor tempo em quatro segundos.

"Essa medalha é como o ouro. Eu estou muito feliz com o tempo que eu consegui e com essa conquista", afirmou André.

O vencedor da prova doi o australiano Rick Pendleton, que bateu o recorde mundial com o tempo de 2min12s78. O bronze ficou com Benoit Huot, do Canadá, que fechou a prova em 2min15s22.

André já conquistou duas medalhas de ouro para o Brasil na Paraolimpíada de Pequim. Uma nos 100 m borboleta e outra nos 100 m livre, estabelecendo dois novos recordes mundiais.

Fonte: CPB

 

ECP Olimpíadas | Natação :: 10:07 AM

 

Equipe do revezamento brasileiro termina em quarto lugar na natação

O Brasil terminou na quarta colocação na prova do revezamento 4 x 100 m livre, classe 34 pontos, e não subiu ao pódio do Cubo D'Água nos Jogos Paraolímpicos de Pequim. A vitória ficou com a forte equipe britânica, que conquistou seu tricampeonato da competição, com o novo recorde mundial.

O quarteto brasileiro, formado por Mauro Brasil, Daniel Dias, Phelipe Rodrigues e André Brasil, não conseguiu superar a China, que levou o bronze, e terminou com o bom tempo de 3min55s78.

Fonte: UOL

 

ECP Olimpíadas | Natação :: 10:06 AM

 

9.9.08

André Brasil faturou sua segunda medalha de ouro e seu segundo recorde mundial


Esta foi a segunda medalha de ouro de André Brasil. Na segunda-feira, ele venceu a prova dos 100 m peito. Na ocasião, o nadador também havia quebrado o recorde da prova. Nos 100 m livre, o brasileiro voltou a bater o próprio recorde e estabelecer a nova marca em 51s38. "Consegui minha melhor marca, que para mim foi surpreendente. Ainda estou eufórico com o que está acontecendo. Nem consegui dormir", disse o brasileiro ao canal Sportv.

Pelos tempos estabelecidos nas eliminatórias, o grande adversário de Brasil seria o canadense Benoit Huot. Porém, um outro brasileiro surpreendeu. Nos últimos metros, Phelipe Rodrigues passou Huot e garantiu a dobradinha para o Brasil. Ao final da prova, o brasileiro, que via em André Brasil um ídolo, ficou feliz por poder competir com o compatriota. "Eu falei que ia conseguir baixar minha marca e baixei. O André Brasil é um dos meus ídolos e meu único adversário agora", afirmou Rodrigues.

André Brasil havia vencido a terceira bateria da prova com a marca de 54s27, a melhor da classificação geral. Já Phelipe Rodrigues fez o segundo melhor tempo com 55s07 e também conseguiu a vaga. Com mais estes dois pódios, a natação do Brasil já soma cinco medalhas nas Paraolimpíadas de Pequim.

Fonte: UOL

 

ECP Olimpíadas | Natação :: 11:27 AM

 

8.9.08

André Brasil conquista ouro e recorde mundial


Nadador brasileiro da classe S10 sobra na prova dos 100m borboleta

André Brasil bateu em primeiro na borda da piscina com sobra nos 100m borboleta da classe S10, nesta segunda, em Pequim. o nadador conquistou a medalha de ouro e quebrou o recorde mundial da prova com o tempo de 56s47.

"Nada na nossa vida é fácil. Fiquei pensando no que o meu ídolo Michael Phelps falou para o César Cielo na Olimpíada: sair na frente, virar na frente e bater na frente. Se eu fizer isso eu vou sempre estar em primeiro", afirmou o campeão.

André foi quase 2 segundos mais rápido que o espanhol David Julian Levecq, medalha de prata na prova. O holandês Mike van der Zenden completou o pódio.

Fonte: COB

 

ECP Olimpíadas | Natação :: 8:55 AM

 

20.8.08

Pinheirense faz conquista inédita na Natação


Na edição dos Jogos Olímpicos de Pequim, mais uma vez, o Pinheiros mostrou sua força na Natação e, com o atleta Cesar Cielo, conquistou medalhas de bronze (100 m livre) e ouro (50 m livre). Foi a primeira vez que um brasileiro alcançou o lugar mais alto do pódio na Natação. Com o tempo de 21s30, o brasileiro quebrou o recorde olímpico da prova mais rápida deste esporte.

Cielo, que iniciou sua carreira no Pinheiros aos 16 anos, nadando ao lado do ídolo Gustavo Borges, participou ainda da prova de revezamento 4 x 100 m livre (que o Brasil foi desclassificado por ter queimado a largada). Também fez parte dessa equipe de revezamento o pinheirense Fernando Silva.

Em outro revezamento masculino, o 4 x 100 m medley, teve a participação dos nadadores do Pinheiros Felipe França e Guilherme Guido, mas o time brasileiro ficou com o 6º tempo na eliminatória e não conseguiu a classificação para a final. Nos 100 m costas, Guido também ficou com o 6º tempo na eliminatória e não foi para a final.

Dois nadadores do Clube fizeram parte do revezamento 4 x 200 m livre, que ficou em 8º na bateria eliminatória: Phillip Morrison e Lucas Salatta. Lucas ainda nadou mais uma vez no Cubo D´Água, na prova dos 200 m costas, mas ficou apenas com o 6º lugar na eliminatória.

Felipe França e Henrique Barbosa foram os dois pinheirenses que representaram o Brasil na prova dos 100 m peito, ficando em 6º e 7º lugar na eliminatória.

Além do medalhista de ouro, outro nadador do Pinheiros também disputou a prova dos 50 m livre: Nicholas Santos, que ficou em 4º lugar na eliminatória, conquistando uma vaga para a semifinal, mas, com o 8º lugar na sua bateria, não chegou à final.

Feminino



O destaque entre as nadadoras do Brasil foi a jovem Gabriela Silva, que conquistou uma vaga na final dos 100 m borboleta e ficou em 7º lugar, melhor colocação de uma atleta do Brasil nessa edição dos Jogos.

Gabi fez parte também do revezamento 4 x 100 m medley, que ainda contou com as pinheirenses Tatiana Lemos e Tatiane Sakemi. As brasileiras chegaram em 5º na eliminatória. No outro revezamento feminino, o 4 x 100 m livre, formado exclusivamente por atletas do Pinheiros (Tatiana Lemos, Flavia Delaroli, Michele Lenhardt e Monique Ferreira), ficou em 8º na eliminatória.

Flávia Delaroli caiu mais uma vez na piscina, para disputar os 50 m, mas não conseguiu se classificar para a final, ao ficar em 5º na eliminatória.

 

ECP Olimpíadas | Natação :: 10:04 AM

 

15.8.08

Cielo vence 50 m livre e é primeiro brasileiro campeão olímpico da natação


Quando César Cielo conquistou a medalha de bronze nos 100 m livre, na quarta-feira, e disse que iria trazer também a medalha de ouro, poucos acreditaram no que o nadador falava. Nesta sexta-feira, ele cumpriu a promessa. Com 21s30, a apenas dois centésimos do recorde mundial, o brasileiro quebrou novamente a marca olímpica da prova e conquistou o primeiro ouro do Brasil em Pequim.

Com a medalha de ouro dos 50 m livre, conquistada nesta noite (manhã de sábado em Pequim), ele se torna o primeiro brasileiro campeão olímpico da natação. Antes dele, as principais glórias nas piscinas eram de prata, duas com Gustavo Borges (100 m livre em Barcelona-1992 e 200 m livre em Atlanta-1996) e uma com Ricardo Prado (400 m medley em Los Angeles-1984).

Nas eliminatórias para a prova, Cielo já dava sinais de que poderia surpreender. No primeiro dia em que caiu na água para nadar a distância, ele quebrou o recorde olímpico, com 21s57 - a marca foi quebrada logo na seqüência, pelo francês Amaury Leveaux, com 21s56.

Nas semifinais, ele voltou a abaixar o melhor tempo já nadado em piscinas olímpicas. Com 21s34, ele foi para a final com o melhor tempo entre os oito classificados, incluindo o recordista mundial Eamon Sullivan (21s05), da Austrália.

Nada mal para o garoto de Santa Bárbara do Oeste que tentou, antes da natação, ser judoca ou jogador de vôlei. "O problema do judô é que eu era muito mais alto que os meninos da minha idade, então me colocavam pra lutar com os mais velhos e eu levava muita porrada". O vôlei foi uma escolha do pai, também César. Quem definiu a carreira do nadador, porém, foi a mãe, Flávia, que o levou para o Pinheiros em 2003.

Em São Paulo, ele passou a treinar com o nadador que, anos mais tarde, superaria: Gustavo Borges. "Fiquei quase dois anos treinando com ele e aprendi muita coisa. O Gustavo é muito atencioso e perfeccionista, e me ajudou a melhorar minha técnica", conta. Foi o veterano que levou o jovem nadador para Auburn, a universidade em que se consagrou como um dos maiores velocistas do circuito universitário norte-americano.

E foi de Auburn que veio outra peça chave na conquista: o australiano Brett Hawke. Técnico na universidade, ele se integrou à comissão técnica da equipe brasileira à pedido de Cielo, para manter o programa de treinos tão vitorioso que o brasileiro fazia nos EUA. Ex-nadador olímpico, Hawke foi sexto em Atenas-2004.

"O que eu sempre digo a ele é que a melhor fase da minha carreira veio quando eu menos pensava nos meus adversários", lembra o técnico. Nos 100 m livre, em que nadou na raia oito, o conselho funcionou para o bronze. Nos 50 m livre, foi ainda mais longe: valeu ouro.

Fonte: Terra

 

ECP Olimpíadas | Natação :: 11:45 PM

 

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