30.3.07
César Cielo Filho quebra recorde de Xuxa

Melbourne/AUS – O nadador mais rápido da América do Sul não é mais Fernando Scherer. Depois de ver quebrado o recorde sul-americano dos 100m livre em dezembro passado, em Vitória/ES, agora foi a vez da marca continental dos 50m livre, ambas batidas pelo paulista César Cielo Filho. Na semifinal da prova, válida pelo 12º Mundial de Esportes Aquáticos de Melbourne, Cielo fez 22s09 e melhorou em nove centésimos o tempo de Xuxa, feito em agosto de 1998, quando foi considerado o melhor nadador do mundo.
- Há oito meses eu vinha tentando quebrar esta marca, desde que cheguei perto pela primeira vez. Estou muito feliz e embora eu prefira os 100 metros, nadar os 50 é mais fácil, pois dói menos no fim da prova. Agora é mandar ver na final, pois todos têm chance e esta prova é uma loteria. Aquele que quiser prever o resultado vai estar “chutando” – afirmou o nadador do Pinheiros, que ao ser lembrado que nadará a final numa raia (a 3) bem melhor do que a utilizada na final dos 100m livre (1), disse que “agora vai ficar bom”.
Cielo fez o terceiro tempo das semifinais, atrás somente do sueco Stefan Nystrand, vice-campeão mundial em piscina curta no Mundial de Indianápolis/2004, e o único a nadar abaixo dos 22 segundos, com 21s99; e do americano Cullen Jones (22s00), outro vice-campeão mundial em piscina de 25 metros, só que no Mundial mais recente, em Xangai/2006. Os outros finalistas são: Bartosz Kizierowski, da Polônia (22s13), bronze no último Mundial em piscina longa (50 metros), em Montreal/2005; Eamon Sullivan, da Austrália (22s19), medalha de bronze nos 100m livre, aqui em Melbourne; Benjamin Wildman-Tobriner (22s23), dos EUA; Roland Schoeman, da África do Sul (22s24), atual campeão mundial e bronze olímpico; e Brent Hayden, do Canadá (22s31), campeão mundial dos 100m livre. A final será na noite deste sábado, 31/3, na Austrália, manhã brasileira, a partir das 6 horas, de Brasília.
A chance de medalha é muito boa. Desde o Mundial de Roma, em 1994, que o Brasil não sobe ao pódio em piscina longa. Na ocasião, a natação brasileira conquistou dois bronzes, com Gustavo Borges, nos 100m livre, e com o revezamento 4x100m livre, formado por Fernando Scherer, Teófilo Ferreira, André Teixeira e Gustavo Borges. Antes disso, o Brasil foi medalhista em Berlin/1973, com o bronze do saudoso Rômulo Arantes Júnior nos 100m costas; e em 1982, em Guayaquil, no Equador, com o ouro de Ricardo Prado nos 400m medley, com direito a recorde mundial. Todas as outras 21 medalhas brasileiras em Mundiais foram em piscina curta (25 metros).
Fonte: CBDA
Cielo bate recorde e avança à final dos 50m livre
O brasileiro César Cielo Filho se classificou para a final dos 50m livre do Mundial de Esportes Aquáticos de Melbourne ao cravar 22s09.Com o tempo, o terceiro melhor das semifinais, Cielo bateu o recorde sul-americano, que pertencia a Fernando Scherer (22s18) desde 1998.
O mais rápido das séries de classificação foi o sueco Stefan Nystrand (21s99), seguido pelo norte-americano Cullen Jones (22s00).
A final da prova está marcada para a manhã deste sábado.
Fonte: Terra
28.3.07
Cielo e Thiago na final. Thiago e Fabíola batem recordes
Melbourne/AUS – Num dia em que Michael Phelps, Leila Vaziri e Laure Manaudou quebraram recordes mundiais, nos 200m borboleta masculino (1m52s09), nos 50m costas feminino (28s16), e nos 200m livre feminino (1m55s52), respectivamente, o Brasil colocou dois nadadores nas finais desta 5ª feira, 29/3. César Cielo, nos 100m livre (48s87), e Thiago Pereira, nos 200m medley, este último com recorde continental (1m58s65), ficaram entre os oito melhores semifinalistas de suas provas, na noite desta 4ª feira (28/3), manhã no Brasil. De quebra, Fabíola Molina quebrou seu terceiro recorde na competição.
O velocista César Cielo disputou a 2ª série da semifinal dos 100m livre, que foi a mais forte. Cielo estava na raia 2 e na raia 5 podia ser visto, o campeão olímpico da prova, o holandês Pieter Van den Hoogenband (3º no geral, com 48s72). O brasileiro terminou na quinta posição, com 48s87 e acabou empatado na sexta colocação, com os dois sul-africanos: Roland Schoeman e Ryk Neethling. O melhor de sua série e da semifinal foi o americano Jason Lezak, com 48s51. Na primeira série, o melhor foi o italiano Filippo Magnini, atual campeão do mundo, com 48s60.
- O que eu mais queria era isto. Entrar na final, melhorando o meu tempo. Isto era mais importante para mim do que a decisão. Agora, é fazer o meu melhor e o que vier é lucro. Da raia 1 a raia 8, todos tem chances – definiu Cielo, que tem como melhor marca para a distância, 48s61, recorde sul-americano. Além dos sul-africanos, de Lezak e de Hoogenband, Cielo terá na final como oponentes, o canadense Brent Hayden (4º , 48s79), e o australiano Eamon Sullivan (5º, 48s86).
Fonte: CBDA
27.3.07
Brasil supera recorde sul-americano do Pan/99
Melbourne/AUS – A nova geração da natação brasileira superou um recorde brasileiro e sul-americano histórico e que deu a medalha de ouro do revezamento 4x100m livre masculino nos Jogos Pan-Americanos de Winnipeg. O quarteto, constituído por César Cielo, Nicolas Oliveira, Rodrigo Castro e Thiago Pereira fez 3m17s03 na final da prova pelo 12º Mundial de Esportes Aquáticos de Melbourne, e baixou em 15 centésimos a marca de Fernando “Xuxa” Scherer, César Quintaes, André Cordeiro e Gustavo Borges, em 1999.Já nas eliminatórias, a equipe brasileira, com outra formação – Eduardo Deboni no lugar de Thiago Pereira, com Rodrigo fechando o revezamento – conseguira a vaga na final e o carimbo para o passaporte olímpico. O tempo da manhã – 3m18s00 – era o terceiro da história, no Brasil, atrás somente da marca de Winnipeg e da medalha de bronze dos Jogos Olímpicos de Sydney – 3m17s40 – com dois jovens como estes de agora (Edvaldo Valério e Carlos Jayme) ao lado dos consagrados Xuxa e Borges.
César Cielo, o primeiro a cair, fez 48s63, a dois centésimos de seu recorde sul-americano da distância. Ele deixou o time em terceiro, atrás de Michael Phelps, dos EUA (48s42), e de Brent Hayden, do Canadá (48s55), numa prévia da prova nos Jogos Pan-Americanos. Já Nicolas Oliveira, o segundo na piscina, melhorou ainda mais a posição, subindo para o segundo posto, atrás somente do americano Neil Walker. Mas a prova foi muito forte e apesar de ter melhorado o tempo da manhã, o time foi perdendo espaço e terminou na 8ª posição. O vencedor foram os Estados Unidos, que com 3m12s72, superou o próprio recorde de campeonato, do Mundial de Montreal, em 2005, que era de 3m13s77.
O recordista sul-americano dos 100m livre, César Cielo, estava satisfeito com o rendimento do quarteto.
- Melhoramos em quase um segundo o tempo da manhã. O nosso objetivo aqui foi alcançado nas eliminatórias, que era a vaga olímpica e ainda alcançamos a final da prova. O Gustavo, que está assistindo a competição, vem nos dando sorte. Treinei com ele, meu ídolo, no Pinheiros, e aprendi com a geração anterior que nada vem fácil, tem que treinar bastante – afirmou Cielo. Já Nicolas, que em seu primeiro Mundial não tem se intimidado com os astros do esporte, também estava feliz.
Fonte: CBDA
22.3.07
Poliana é a melhor pan-americana nos 10km
Melbourne/AUS - A brasileira Poliana Okimoto terminou a prova olímpica dos 10 quilômetros em 8º lugar, nesta 3ª feira (20/3), na praia St. Kilda, nesta cidade australiana, em travessia válida pelo 12º Mundial de Esportes Aquáticos. Entre as competidoras que podem disputar os Jogos Pan-Americanos Rio-2007, Poliana foi a melhor, uma posição à frente da norte-americana Kalyn Keller. Pelos tempos, Poliana levou a melhor na batida de mão: 2h04min09s1 contra 2h04min10s0 da americana.A vencedora foi a russa Larisa Ilchenko, a mesma vitoriosa dos cinco quilômetros, no último domingo (18/3). Ela completou os 10 quilômetros em 2h03min57s9, seguida pela britânica Cassandra Patten (2h03min58s9) que foi quem liderou a prova na maior parte do tempo. A australiana Kate Brookes-Peterson (2h03min59.5) repetiu o bronze dos cinco mil metros e completou o pódio mais uma vez. Larisa também venceu os 5km e os 10km no Mundial de Maratonas Aquáticas, da Itália, quando Poliana foi medalha de prata nas duas oportunidades.
- Foi uma prova bem disputada e estive no pelotão da frente até o fim. Cheguei a estar entre os três primeiros. O problema é que não estou acostumada a ficar tanto tempo em água fria, e assim, no final faltou aquele sprint, pois o meu braço já estava duro devido ao frio e às águas-vivas – disse Poliana.
Fonte: cbda.org.br
21.3.07
Delaroli aproveita Mundial para testar ritmo para o Pan
SÃO PAULO - A nadadora Flávia Delaroli embarca neste domingo para Melbourne, onde disputa as provas de 50 e 100 livres do Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos. Como hoje estaria garantida nas duas modalidades no Pan, a nadadora mineira - única velocista na delegação brasileira - espera utilizar a competição (que também servirá de seletiva aos Jogos do Rio de Janeiro) para testar seu ritmo. Flávia cairá na água somente dia 29 de abril. A viagem com antecedência é uma estratégia de adaptação às 14 horas de diferença no fuso e ao clima da metrópole australiana de 4 milhões de habitantes.Na última edição do Mundial - realizada em Montreal, em 2005 -, o melhor resultado de Flávia foi o 12º lugar nos 50 metros livre, prova em que é especialista e detém o recorde sul-americano com o tempo de 25s17. Ás vésperas de disputar o terceiro Pan de sua carreira, a nadadora do Esporte Clube Pinheiros espera melhorar a marca alcançada há dois anos (25s53), mas acredita ser impossível fazer prognósticos quanto à sua posição em Melbourne.
'Posso nadar muito bem e ficar lá atrás e posso nadar mal e chegar à final. Não dá para ter muita idéia de como está o nível das demais competidoras. O que é certo apenas é que será um campeonato muito forte, como sempre acontece em anos que antecedem às Olimpíadas', analisou. Flávia aponta as favoritas na prova em que foi finalista nos Jogos de Atenas: 'A sueca Therese Alshamar não tem os melhores tempos, mas entra bem em todas as competições que participa. É sempre uma ameaça. Acredito que as favoritas são a australiana Lisbeth Lenton e a holandesa Marleen Veldhuis'. A aposta da nadadora segue a risca o resultado do último Mundial, no qual Lisbeth Lenton foi ouro e Marleen Veldhuis prata.
Já os 100 metros servirão apenas para Flávia entrar no clima da competição na Austrália. A estratégia é a mesma utilizada em Montreal, onde aproveitou a qualificatória dos 50 metros de costas para se adaptar ao torneio. 'Quero só ouvir o tiro de início, nadar e já ir me acostumando à atmosfera do Mundial. Vou procurar não me desgastar também', finalizou.
O Brasil terá apenas duas nadadoras na Austrália - a outra é Fabíola Molina, paulista de São José dos Campos inscrita nos 50 e 100 metros de costas e os 100 metros borboleta.
No masculino o Brasil contará com 13 nadadores: André Shultz, Armando Negreiros, César Cielo, Eduardo Deboni, Felipe Lima, Felipe May Araújo, Fernando Silva, Gabriel Mangabeira, Henrique Barbosa, Leonardo Guedes, Nicolas Oliveira, Rodrigo Castro e Thiago Pereira. Os 15 atletas superam em número os 11 de 2005. O País ainda terá 13 competidoras no pólo aquático feminino, 5 nos saltos ornamentais, 7 nas maratonas aquáticas e 10 no nado sincronizado, totalizando 50 representantes. O incremento não é um fenômeno nacional. A edição deste ano bateu recorde de países inscritos. No total, 158 nações estarão em Melbourne de 17 e 31 deste mês. O maior índice, até então, era o do Mundial de Barcelona, em 2003, com 157 países.
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Serviço de Atendimento ao Pinheirense | SAP
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