15.3.08
Judô obedece critério e escolhe seleção olímpica usando matemática
Sem virada de mesa ou critérios subjetivos, a Confederação Brasileira de Judô anunciou nesta sexta-feira a seleção olímpica sem surpresas. Os judocas que venceram mais nas etapas européias da Copa do Mundo, usadas como seletiva olímpica, vão lutar nos Jogos de Pequim.Já estavam garantidos os meio-leves João Derly, campeão mundial e pan-americano, e Érika Miranda, quinta colocada no Mundial e medalha de prata no Pan do Rio. Além disso, o time terá os campeões mundiais Luciano Correa (meio-pesado) e Tiago Camilo (meio-médio), além do medalhista de bronze João Gabriel Schlittler (pesado).
Nas categorias mais disputadas, os treinadores evitaram decisões polêmicas. No ligeiro masculino, por exemplo, Denílson Lourenço foi o escolhido. Seu rival, Alexandre Lee, conseguiu desempenho parecido com o de Lourenço, mas venceu uma luta a menos.
No feminino, a brasiliense Ketleyn Quadros desbancou a veterana Danielle Zangrando, primeira brasileira medalhista mundial. Medalhista de prata no Pan do Rio, a paulista Danielli Yuri também conseguiu uma vaga disputada, desbancando outra veterana, Vânia Ishii.
O time masculino será formado por Denílson Lourenço (ligeiro), João Derly (meio-leve), Leandro Guilheiro (leve), Tiago Camilo (meio-médio), Eduardo Santos (médio), Luciano Correa (meio-pesado) e João Gabriel Schlittler (pesado).
O time feminino terá Sarah Menezes (ligeiro), Érika Miranda (meio-leve), Ketleyn Quadros (leve), Danielli Yuri (meio-médio), Mayra Aguiar (médio), Edinanci Silva (meio-pesado) e Priscila Marques (pesado).
Atletas pinheirenses confirmados:
- Denilson Moraes Lourenço (-60kg)
- Leandro Guilheiro (-73kg)
- Priscila Marques (+73kg)
Fonte: UOL
5.3.08
Equipe brasileira de judô para Pequim está praticamente definida
A comissão técnica do judô nacional não precisará, praticamente, recorrer a critérios subjetivos para anunciar a equipe que irá à Olimpíada de Pequim.Depois dos eventos na Europa, em só três das 12 categorias de peso indefinidas até o momento os rivais tiveram performance parelha. E só em uma, o ligeiro masculino, os concorrentes tiveram as mesmas posições.
Nas demais nove categorias, um judoca abriu vantagem sobre o outro, o que facilita a missão dos técnicos, que devem revelar os titulares até o dia 21.
Enquanto Alexandre Lee e Denilson Lourenço tiveram desempenhos razoáveis, os confrontos no meio-médio e pesado femininos são quase para definir quem foi menos pior.
Os judocas do ligeiro tiveram "classificação" (ficaram entre os nove melhores) nas quatro etapas da seletiva -Supercopas de Paris e Hamburgo e Copas de Viena e Praga. Foi a única categoria em que isso ocorreu. Lourenço, porém, venceu seis lutas, contra quatro de Lee.
Já Danielli Yuri (-63 kg) e Priscila Marques (+78kg) estão em vantagem sobre as rivais, mesmo tendo vencido só uma luta em dois torneios. É que as adversárias só perderam.
A Confederação Brasileira de Judô tem a chance de dirimir as últimas dúvidas. Poderá inscrever dois judocas de cada categoria no Aberto de Nova York, no próximo final de semana.
Até agora, o país tem cinco categorias garantidas em Pequim -meio-leve, meio-médio, meio-pesado e pesado (masculino) e meio-leve (feminino).
O Brasil, porém, deve ter atleta em quase todas as classes. A exceção pode ser o pesado feminino, mal posicionado no ranking da América. A definição das vagas (além de ser garantida no Mundial-07 para os cinco primeiros de cada categoria) é feita pelo ranqueamento feito da União Pan-Americana.
A equipe olímpica deve ter grande renovação em relação a Atenas-04. Só dois veteranos parecem garantidos: Leandro Guilheiro e Edinanci Silva, que ficou em quinto na Copa de Varsóvia, o que assegura sua quarta Olimpíada. Lee e Vânia Ishii podem engrossar a lista.
Fonte: UOL
4.3.08
Resultados | 03/03
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